Literária sempre. Monótona, jamais.

Devaneios de um protótipo humano na infoesfera.

domingo, 15 de março de 2015

Serenar na Solidão


Por: Viviane Cabrera



Não me leve a mal. 
Quando meu calo aperta, preciso
salvar esta pele curtida em lágrimas. 
Dessa vez não foi o calo, mas o peito. 
Cansei de protagonizar tragicomédias. 

Nem vem me dizer que é covardia. 
Só eu sei a leoa que tenho aqui dentro
e a briga que é para domá-la. 
Tenho que serenar. 
Só serenar. 

Só.

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