Literária sempre. Monótona, jamais.

Devaneios de um protótipo humano na infoesfera.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Dois

Por: Viviane Cabrera




Dois.
Algo para durar até depois
Do início e do que não tem fim.
Sutil e leve feito cetim.

Unidos pelo mesmo ensejo
De sedimentar um amor e realizar o desejo
Existente na combinação de duas almas,
Mistério do interior de mãos e suas palmas.

Construção das vivências
De inúmeras experiências
De boas e más situações
Unindo retalhos e frações.

O quanto de mar
Há de um dia inundar
O céu desse amor
Para destruir barreiras e anular toda dor?

Na esperança desse momento
Seguem os enamorados com tal pensamento
Fixados num eterno instante,

O de fluir numa felicidade fulgurante.

Um comentário:

  1. Como escreve a onomatopeia de suspirar? Então é isso que fiz, suspirei!

    ResponderExcluir