Literária sempre. Monótona, jamais.

Devaneios de um protótipo humano na infoesfera.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Poema Estranho



Por: Viviane Cabrera





Estranha essa sensação
De aperto no coração
Onde o desconhecido
Brada um gemido
Dentro de nós
Calando um sopro,
Um pouco de voz.

E na cadência da vida,
A barca de ida
Manobra as voltas que ela dá.
A água cristalina que irradia
O encanto do fundo do mar
Me convida a despachar a tristeza
E tornar a sonhar.

Despeço com meus versos,
Despedaçados em sentidos avessos
No breve instante
De um aventureiro errante
Que desfruta do agora
Antes que tudo acabe e jogue fora
Os belos momentos que antecedem a aurora.







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